domingo, 15 de maio de 2011
Participação Cidadã: Curso Tecnologias Sociais de Informação e Comunic...
Participação Cidadã: Curso Tecnologias Sociais de Informação e Comunic...: "Objetivo Capacitar agentes sóciocomunitários em tecnologias sociais de informação e comunicação, para a promoção da participação comunitár..."
sábado, 30 de abril de 2011
@s Que Virão
Descobri que o Movimento Estudantil, pode fazer diferença, não só nas universidades (públicas e pagas) mas que pode fazer a diferença na luta por uma sociedade diferente. Uma sociedade igualitária, justa.
Passamos recentemente por um momento histórico no Movimento Estudantil do Serviço Social: o 33º Encontro de Estudantes de Serviço Social da região V (Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo) terminou com a eleição de uma nova "equipe" que vai atuar na ENESSO (Executiva Nacional de Estudantes de Serviço Social) que propôs que @s estudantes sejam efetivamente construtor@s de um ME legítimo, que quer um ensino de qualidade e gratuito para tod@s, não só para um pequeno grupo. Porque sim! compas nós somos um pequeno grupo, um pequeno grupo que precisa lutar, e não simplesmente se acomodar em suas posições de estudantes universitários da UFRJ, enquanto a maior parte da população brasileira, ou não tem acesso à Universidade Pública, ou vende sua força de trabalho para poder estudar.
A chapa Metamorfases, que concorreu a ENESSO, e que foi vitoriosa com 85% dos votos das escolas de Serviço Social, na cidade de Vitória-ES, reuniu estudantes dos três estados, de escolas públicas e pagas e que decidiram juntamente com outr@s (pelomenos) 20 estudantes, mostrar que não estão satisfeit@s com a forma que o MESS vinha sendo conduzido.
O que queremos é que o MESS seja efetivamente para @s alun@s, que nossas "pequenas" demandas não sejam deixadas de lado. É claro, que temos consciência de que essas "pequenas demandas" - como o racionamento de papel nos banheiros - é resultado de uma política que vem destruindo aos poucos a universidade...
Por isso nós chamd@s de "INDEPENDENTES" nos reunimos e criamos um novo coletivo, que traz novas idéias, não com o intuito de partir o MESS, mas com a necessidade de somar e colocar as nossas necessidades em destaque, buscando trazer para a luta, companheir@s de "sofrimento", porque amig@s, nós estamos sendo atacados, a universidade não precisa só ser gratuita, precisa ser de qualidade. Essa degradação que vem nos atingindo ou a "precarização" que está posta, só fortalece o discurso do capital, daqueles que querem o lucro...
Por isso o Coletivo @s que virão, se reuniu, e decidiu que vamos lutar pela nossa universidade e por uma sociedade justa, onde tod@s tenhamos acesso,a um ensino gratuito e de qualidade...
Segue abaixo os princípios que vão nortear nossas ações:
1. Autonomia :
Os movimentos sociais devem ser autônomos para que as demandas de seus componentes sejam o foco da luta, não o de qualquer outra organização externa. Somos apartidários (mas não antipartidários), independentes de governos, empresas ou qualquer entidade/organização/coletivo que torne nossas demandas secundárias.
2. Anticapitalismo:
Nossas lutas por igualdade, justiça, fraternidade e liberdade não cabem nesta sociedade capitalista. Assim entendemos que nossos objetivos só serão alcançados com a desconstrução desta sociedade e construção de outra. Entendemos a luta de classes como um fator central e optamos pelos interesses da classe trabalhadora.
3. Somos contrários a toda forma de burocratização:
que limita os espaços do movimento estudantil a pequenos grupos ou organizações ou espaços antidemocráticos.
4. Entendemos como central à luta do movimento estudantil a articulação com outros movimentos sociais para o fortalecimento da luta d@s trabalhador@s.
5. Pluralismo:
queremos um movimento plural com a articulação de várias ideologias com coerência frente a estes princípios e desejem se articular de forma democrática e horizontal.
6. Horizintalidade:
Defendemos um movimento construído por todos e todas, sem coronelismos políticos, através da construção coletiva de novas práticas, cultura e valores consonantes com a construção de uma nova sociedade de tod@s.
7. Construção pela base:
Defendemos que o movimento social precisa ser construído através da das demandas reais d@s estudantes, de baixo para cima, pela base e sem estruturas que distanciem as deliberações do coletivo de estudantes.
8. Democracia direta:
Como forma de tocar nossas lutas, entendemos que é central o planejamento e construção de tod@s através da democracia direta que entende a participação direta do grupo nas deliberações gerais.
9. Um movimento que combata toda forma de opressão:
Porque machismo, misoginia, homo/lesbofobia, racismo, xenofobia, preconceito ou qualquer forma de opressão são avessos ao processo de construção de uma sociedade livre e igualitária.*
Junt@s queremos ser alternativa para construção de um movimento forte, amplo e democrático na luta do Movimento estudantil de Serviço Social! Somos...
"@S QUE VIRÃO..."
Como sei pouco, e sou pouco,
faço o pouco que me cabe
me dando inteiro.
Sabendo que não vou ver
o homem que quero ser.
Já sofri o suficiente
para não enganar a ninguém:
principalmente aos que sofrem
na própria vida, a garra
da opressão, e nem sabem.
Não tenho o sol escondido
no meu bolso de palavras.
Sou simplesmente um homem
para quem já a primeira
e desolada pessoa
do singular - foi deixando,
devagar, sofridamente
de ser, para transformar-se
- muito mais sofridamente -
na primeira e profunda pessoa
do plural.
Não importa que doa: é tempo
de avançar de mão dada
com quem vai no mesmo rumo,
mesmo que longe ainda esteja
de aprender a conjugar
o verbo amar.
É tempo sobretudo
de deixar de ser apenas
a solitária vanguarda
de nós mesmos.
Se trata de ir ao encontro.
( Dura no peito, arde a límpida
verdade dos nossos erros. )
Se trata de abrir o rumo.
Os que virão, serão povo,
e saber serão, lutando.
De Thiago Mello.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Na TV
Que tipo de informação temos engolido todas as manhãs…?
Que tipo de idéias estão sendo colocadas na nossa cabeça sem que percebamos?
Que tipo de valores estamos incorporando?
Acredito que a maioria de nós, não se faz essas perguntas no dia a dia, durante os programas de TV e na leitura dos jornais.
Hoje, pela manhã no RJ no Ar da TV Record, o apresentador Gustavo Marques, apresentou uma triste notícia que dava conta do assassinato brutal de um menino de 13 anos, em uma comunidade da Ilha do Governador, aqui no Rio de Janeiro.
Ao falar sobre o caso, Gustavo deu espaço à dúvida sobre a ”história” de que o assassino, um rapaz de 23 anos, seria usuário de crack e teria assassinado o menino para roubar o dinheiro que este havia recebido pela venda de salgadinhos nas proximidades do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, ou o Tom Jobim, ou ainda antigo Galeão, também na Ilha do Governador.
Gustavo declarou que “é preciso ter cuidado e descobrir se o rapaz é usuário de crack mesmo, porque está virando desculpinha essa coisa de ser usuário de crack ou então de que estava possuído... (sic)”
Como sempre, utilizando cenas da dor de pais e amigos do menino, Gustavo chamou atenção para o discurso da mãe, que disse ao menino para que não fosse trabalhar vendendo salgados, já que seu pai, com esforço, conseguia comprar as coisas que ele quisesse (como), assim como pagava cursos e coisas do tipo. Ainda segundo a mãe, o menino enxergava duas possibilidades de subsistência na comunidade da Vila Juaniza: trabalhar ou “virar vagabundo”.
Ele disse que queria comprar roupas de natal, e que queria trabalhar, porque era “trabalhador”…
Diante do discurso da mãe abalada pela perda violenta do bom filho de 13 anos, Gustavo montou o seu:
“… que cabeça boa tinha esse menino, hein? Tão especial, aos 13 anos de idade, demonstra uma maturidade… queria trabalhar, que exemplo…”
Não me surpreendi com as declarações do apresentador em nenhum momento, uma pessoa de visão imediatista, está ali falando todas as manhãs com os trabalhadores do Rio de Janeiro, não sem um propósito. Nos dá uma visão limitada e equivocada da realidade.
Um menino de 13 anos, não deve ter declarações “maduras” não deve ser exemplo porque quer trabalhar, e porque enxerga que, morando numa favela só tem duas opções: trabalhar ou ser traficante. As declarações daquela mãe trabalhadora, moradora de favela, deveriam ser para nós um alerta.
Que crianças estamos formando, por que as crianças não podem simplesmente ser crianças?
Seja na favela - onde a mãe quer que o filho trabalhe desde cedo para ajudar a família e fugir do ambiente corrompido - seja no asfalto da classe média “alta”, onde os pais entopem a agenda de seus filhos com cursos de recreação diversos, aula disso ou daquilo, para que não corra o risco de ficar “a toa” a mercê das más companhias, nossas crianças estão crescendo antes da hora. Nossos adultos serão cada vez mais alienados, a violência estará cada vez mais posta como natural “fazendo parte”.
Imaginemos quant@s de nós incorpora esse tipo de opinião, e esquece que tod@s queremos um mundo melhor para noss@s filh@s...
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
O Cruzamento
Com pele queimada de sol e usando um espanador, que outrora servira de vestimenta, o rapaz de olhos cor de mel, limpa o vidro.
Recebe como cumprimento a gozação do motorista, e mostrando-se gentil devolve um sorriso ainda completo.
Tem uma aparência de pessoa saudável, mas, aquele cruzamento – a “zona do medo” – determina quem é aquele rapaz:
usuário de crack tenta conseguir um trocado para a próxima pedra, depois de conseguir o suficiente para necessidade imediata, atravessa a rua e entra na favela… por fim alivia a dor.
Sem sair do lugar, ele consegue voltar a casa, rever amigos… quem sabe reconhecer a mãe no café-da-manhã.
O efeito passa…
E o ciclo recomeça…
De volta ao cruzamento…
domingo, 19 de setembro de 2010
A menina da calçada
Era noite e eu chegava da faculdade, alguns já deviam estar “no quinto sono”.
Ao passar por aquela rua, conhecida pela violência e pela presença dos indesejáveis “craqueiros”, eu percebi que mesmo indesejável, o ser humano pode se render ao sentimento de cuidar de um “igual”.
Ali naquela esquina, só o braço armado do Estado chega...
A vida é suja, e muitas vezes invisível
Alguns meninos com idades entre 12 e 15 anos cuidavam de outra que deve estar na mesma faixa etária
Ela estava coberta por um lençol velho, sujo - deitada em um colchão provavelmente achado no lixo de alguma daquelas famílias moradoras da comunidade que esta logo ali ao lado,
Com direito a um travesseiro provavelmente fétido e algumas mãos que a colocavam na melhor posição, “a mais confortável possível”
Eu simplesmente passei por ali naquele momento, dentro de um ônibus,
Não pude perguntar o que houve, ou saber quem era ela, ou quem eram aquelas crianças
Mas pude perceber que não somos (a espécie humana) tão ruins quanto parecemos
Tudo vai depender do grupo ao qual nos filiamos, ou ao qual fomos incluídos,
Tudo vai depender da situação que estamos vivendo e da forma como chegamos a ela.
Aqueles segundos pareciam horas,
Eu seria capaz de escrever uma historia inteira com a visão que tive naquele momento,
Mas me permiti apenas imaginar o que houve com aquela menina
O que a levou ate ali
O que levou su@s companheir@s a agirem daquela forma com ela
E principalmente, o que nos faz deixar de enxergar cenas como essa
Que passam por nossos olhos todos os dias, em várias partes da cidade maravilhosa,
Mas que em nenhum momento nos faz pensar, o porquê de ser assim
Ao passar por aquela rua, conhecida pela violência e pela presença dos indesejáveis “craqueiros”, eu percebi que mesmo indesejável, o ser humano pode se render ao sentimento de cuidar de um “igual”.
Ali naquela esquina, só o braço armado do Estado chega...
A vida é suja, e muitas vezes invisível
Alguns meninos com idades entre 12 e 15 anos cuidavam de outra que deve estar na mesma faixa etária
Ela estava coberta por um lençol velho, sujo - deitada em um colchão provavelmente achado no lixo de alguma daquelas famílias moradoras da comunidade que esta logo ali ao lado,
Com direito a um travesseiro provavelmente fétido e algumas mãos que a colocavam na melhor posição, “a mais confortável possível”
Eu simplesmente passei por ali naquele momento, dentro de um ônibus,
Não pude perguntar o que houve, ou saber quem era ela, ou quem eram aquelas crianças
Mas pude perceber que não somos (a espécie humana) tão ruins quanto parecemos
Tudo vai depender do grupo ao qual nos filiamos, ou ao qual fomos incluídos,
Tudo vai depender da situação que estamos vivendo e da forma como chegamos a ela.
Aqueles segundos pareciam horas,
Eu seria capaz de escrever uma historia inteira com a visão que tive naquele momento,
Mas me permiti apenas imaginar o que houve com aquela menina
O que a levou ate ali
O que levou su@s companheir@s a agirem daquela forma com ela
E principalmente, o que nos faz deixar de enxergar cenas como essa
Que passam por nossos olhos todos os dias, em várias partes da cidade maravilhosa,
Mas que em nenhum momento nos faz pensar, o porquê de ser assim
sábado, 18 de setembro de 2010
Aprendi pouco nessa vida
Ainda resta um tempinho que me permite aprender mais
E possível que eu nunca alcance a perfeição
Ou será que ela (a perfeição) não existe?
Será que o tempo vai dizer?
Que convenção foi essa que criou esse remédio tão valioso?
Por onde andei até chegar a essas conclusões...
Às conclusões que me fazem entender uma “porção” de coisas,
Sentimentos, dores, e todo o resto.
Ainda resta um tempinho que me permite aprender mais
E possível que eu nunca alcance a perfeição
Ou será que ela (a perfeição) não existe?
Será que o tempo vai dizer?
Que convenção foi essa que criou esse remédio tão valioso?
Por onde andei até chegar a essas conclusões...
Às conclusões que me fazem entender uma “porção” de coisas,
Sentimentos, dores, e todo o resto.
terça-feira, 22 de junho de 2010
Será o fim?
Dia desses, sai para o almoço, como uma saladinha deliciosa, com frango grelhado...
Como de praxe uma rodelinha de abacaxi, um suquinho...
Após saborear a minha deliciosa e saudável refeição decidi que tomaria um sorvete do Mac...
Fui até lá e no caminho falei com uma amiga ao telefone, que me disse para que a esperasse, que viria me dar um abraço, a aguardei na fila do sorvete lógico...
A final, o prédio onde ela trabalha é "logo ali" e eu com certeza a veria saindo...
Atendi ao telefone disse onde estava e ela me trouxe um delicioso bombom de chocolate ao leite, recheado com nutella...
Óbvio, guardei as moedinhas da casquinha... mas aí, veio a surpresa: uma mulher me pediu dinheiro, para ajudar "na passagem", aquelas moedinhas que serviriam para enrriquecer ainda mais os malditos exploradores de força de trabalho, donos do Mac, iriam ajudar alguém.
Quando entreguei as moedas à mulher, o choque:
o agradecimento dela foi único e perturbador:
"Que você se salve no fim dos tempos..."
Alguém me explica?
O fim estará tão proximo ao ponto de alguem agradecer dessa forma?!?!?!
Senti medo, confesso.
Como de praxe uma rodelinha de abacaxi, um suquinho...
Após saborear a minha deliciosa e saudável refeição decidi que tomaria um sorvete do Mac...
Fui até lá e no caminho falei com uma amiga ao telefone, que me disse para que a esperasse, que viria me dar um abraço, a aguardei na fila do sorvete lógico...
A final, o prédio onde ela trabalha é "logo ali" e eu com certeza a veria saindo...
Atendi ao telefone disse onde estava e ela me trouxe um delicioso bombom de chocolate ao leite, recheado com nutella...
Óbvio, guardei as moedinhas da casquinha... mas aí, veio a surpresa: uma mulher me pediu dinheiro, para ajudar "na passagem", aquelas moedinhas que serviriam para enrriquecer ainda mais os malditos exploradores de força de trabalho, donos do Mac, iriam ajudar alguém.
Quando entreguei as moedas à mulher, o choque:
o agradecimento dela foi único e perturbador:
"Que você se salve no fim dos tempos..."
Alguém me explica?
O fim estará tão proximo ao ponto de alguem agradecer dessa forma?!?!?!
Senti medo, confesso.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Vale lembrar que escrevi esse texto no final de 2009...
A homoafetividade é um tema recorrente hoje em dia.
Com o BBB versão LGBT e as novelas que cada vez mais vem apresentando homens e mulheres homoafetiv@s, tornou-se moda “aceitar” o que é diferente pelo menos no que diz respeito à homoafetividade, que ainda é chamada por muitos de “homossexualismo".
Infelizmente essa “pequena” vitória ainda não foi suficiente para acalmar os corações receosos dessa sociedade tão hipócrita.
Agora pouco vi no Fantátisco, a confusão causada por simpático senhor de cabelos brancos… Um “tiozão” como dizem por aí.
Ao som das belíssimas Mulheres de Chico, duas moçoilas, uma de 18 e uma de 17 anos, decidiram aproveitar o “último dia de carnaval” em uma das aconchegantes praças do Leblon (palco de muitas cenas das novelas de Manoel Carlos), beijaram-se arrancando a indignação do “tiozão” que deduziu que ali, naquele momento, num ato de – no mínimo – desejo, havia um forte indicio de corrupção de menor ou pedofilia.
O “tiozão” preocupado com a cena “anormal” decidiu chamar a polícia, e denunciar a moçoila de 18 anos de estar “abusando” da menor de 17.
O delegado garantiu que não houve nenhuma demonstração de que o “tiozão” tenha denunciado as meninas num ato homofóbico.
Eu vou expressar a minha opinião aqui – quero deixar isso claro – uma vez que tenho direito a fazê-lo.
Eu curti poucos blocos em 2010, mas a minha vasta experiência me diz que esse senhor denunciou as meninas sim, porque eram MENINAS trocando saliva.
Só no Bola Preta eu vi uns trocentos pares de meninos e meninas que não aparentavam mais de 15, alguns desses “pares” com meninas aparentando 15 beijando homens aparentando 35, e nem por isso alguém denunciou esses casais por se “desconfiar” de corrupção de menores. Logo, que me perdoem os demagogos de plantão, eu vi na atitude desse senhor (o que denunciou a menina mais velha) uma clara demonstração do preconceito que trazemos conosco, preconceito que aprendemos a ter desde que nascemos: homens não podem amar homens e mulheres devem única e exclusivamente se entregar a homens.
Tudo o que foge a regra é ruim.
Depois que ouvi de uma “tia” que “esse BBB” (o 10) ia ser uma “sacanagem só” eu pude constatar que o que é diferente deve ser criticado e rechaçado antes de ser conhecido.
Em todos os BBBs nós tivemos, se não cenas ousadas, comentários e histórias “cabeludas” do que rola “embaixo do edredom”. E esse BBB que ai está, com Lésbica, gays, drags, foi a maior prova, e detalhe: não foi entre os homossexuais que rolou “a cachorrada” como chamaram (e que pra mim não foi cachorrada coisíssima nenhuma, eu não faria em rede nacional, mas que mulher não faz “aquilo” pro namorado, marido, desconhecido gostoso, amante… e quais nomes queiram dar?) Os dois externaram uma vontade que tiveram, claro, na TV, pra todo mundo saber e tal… Mas isso não vem ao caso, já que o BBB não é um programa voltado para crianças apesar de ser “bem educativo”.
O quero dizer aqui é que precisamos mudar, precisamos deixar nossas convicções de lado e pensar que, se queremos um mundo melhor, precisamos deixar de proibir o amor, precisamos nos convencer de que, o AMOR, não escolhe quando quer chegar ou onde vai bater, precisamos descobrir que o amor é livre, que nós SERES HUMANOS, somos LIVRES, LIVRES para amar quem quisermos, ou QUEM o nosso coração mandar.
Vamos aplaudir o amor, vamos brindar a vida, vamos amar uns aos outros, vamos conhecer o diferente, vamos nos tornar iguais!
…
Porque todos nós temos o DIREITO DE AMAR quem quisermos.
A homoafetividade é um tema recorrente hoje em dia.
Com o BBB versão LGBT e as novelas que cada vez mais vem apresentando homens e mulheres homoafetiv@s, tornou-se moda “aceitar” o que é diferente pelo menos no que diz respeito à homoafetividade, que ainda é chamada por muitos de “homossexualismo".
Infelizmente essa “pequena” vitória ainda não foi suficiente para acalmar os corações receosos dessa sociedade tão hipócrita.
Agora pouco vi no Fantátisco, a confusão causada por simpático senhor de cabelos brancos… Um “tiozão” como dizem por aí.
Ao som das belíssimas Mulheres de Chico, duas moçoilas, uma de 18 e uma de 17 anos, decidiram aproveitar o “último dia de carnaval” em uma das aconchegantes praças do Leblon (palco de muitas cenas das novelas de Manoel Carlos), beijaram-se arrancando a indignação do “tiozão” que deduziu que ali, naquele momento, num ato de – no mínimo – desejo, havia um forte indicio de corrupção de menor ou pedofilia.
O “tiozão” preocupado com a cena “anormal” decidiu chamar a polícia, e denunciar a moçoila de 18 anos de estar “abusando” da menor de 17.
O delegado garantiu que não houve nenhuma demonstração de que o “tiozão” tenha denunciado as meninas num ato homofóbico.
Eu vou expressar a minha opinião aqui – quero deixar isso claro – uma vez que tenho direito a fazê-lo.
Eu curti poucos blocos em 2010, mas a minha vasta experiência me diz que esse senhor denunciou as meninas sim, porque eram MENINAS trocando saliva.
Só no Bola Preta eu vi uns trocentos pares de meninos e meninas que não aparentavam mais de 15, alguns desses “pares” com meninas aparentando 15 beijando homens aparentando 35, e nem por isso alguém denunciou esses casais por se “desconfiar” de corrupção de menores. Logo, que me perdoem os demagogos de plantão, eu vi na atitude desse senhor (o que denunciou a menina mais velha) uma clara demonstração do preconceito que trazemos conosco, preconceito que aprendemos a ter desde que nascemos: homens não podem amar homens e mulheres devem única e exclusivamente se entregar a homens.
Tudo o que foge a regra é ruim.
Depois que ouvi de uma “tia” que “esse BBB” (o 10) ia ser uma “sacanagem só” eu pude constatar que o que é diferente deve ser criticado e rechaçado antes de ser conhecido.
Em todos os BBBs nós tivemos, se não cenas ousadas, comentários e histórias “cabeludas” do que rola “embaixo do edredom”. E esse BBB que ai está, com Lésbica, gays, drags, foi a maior prova, e detalhe: não foi entre os homossexuais que rolou “a cachorrada” como chamaram (e que pra mim não foi cachorrada coisíssima nenhuma, eu não faria em rede nacional, mas que mulher não faz “aquilo” pro namorado, marido, desconhecido gostoso, amante… e quais nomes queiram dar?) Os dois externaram uma vontade que tiveram, claro, na TV, pra todo mundo saber e tal… Mas isso não vem ao caso, já que o BBB não é um programa voltado para crianças apesar de ser “bem educativo”.
O quero dizer aqui é que precisamos mudar, precisamos deixar nossas convicções de lado e pensar que, se queremos um mundo melhor, precisamos deixar de proibir o amor, precisamos nos convencer de que, o AMOR, não escolhe quando quer chegar ou onde vai bater, precisamos descobrir que o amor é livre, que nós SERES HUMANOS, somos LIVRES, LIVRES para amar quem quisermos, ou QUEM o nosso coração mandar.
Vamos aplaudir o amor, vamos brindar a vida, vamos amar uns aos outros, vamos conhecer o diferente, vamos nos tornar iguais!
…
Porque todos nós temos o DIREITO DE AMAR quem quisermos.
Poluição Nossa de Cada Dia

Essa fotografia foi usada por mim como forma de demonstrar a minha indignação com a falta de educação e consciência do carioca…
Essas areias ai, são da Praia de Ipanema, e essa “sujeirada toda” (garrafas, latas, copos plásticos…) foram deixadas por uma família, que, não me leve a mal, além de feios, grosseiros, e irritantes, são imundos e ignorantes.
Além de tudo isso, a mãezona, que tinha ares de “Imperatriz” gritava com as crianças como se elas tivessem entendimento para compreender o que ela queria, com tudo, não soube dar o mínimo de exemplo: guardar o seu “lixinho” e coloca-lo no lugar devido.
O mar, também não ficou atrás no quesito poluição, que me perdoem os ambientalistas, o óleo não foi jogado no mar pela “distinta senhora” que deixou essa montanha de lixo na areia.
Tentei tirar fotografias para capturar imagens da mancha de óleo, mas infelizmente não consegui.
Esse é o meu desabafo… espero que tenhamos consciência, de que se não cuidarmos, nem os nossos filhos conseguirão ir à praia, quanto mais os nossos netos e bisnetos…
E tenho dito…
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